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Índice de verbetes



Índice de verbetes
A Gênese
A Gênese, os Milagres e as Predições segundo o Espiritismo
Abreu, Canuto
Adolphe Laurent de Faget
Agênere
Alexandre Aksakof
Allan Kardec
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Arigó, Zé
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Carma
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Errático
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Espírito de Verdade
Espírito Errante
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Espírito Verdade
Espiritual
Espiritualismo
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Fascinação
Fora da Caridade não há salvação
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Fropo, Berthe
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Heresia
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Imortalidade da Alma
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José Herculano Pires
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Léon Denis
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Místico
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Pierre-Paul Didier
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Sexto Sentido
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Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas
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Superstição
Terceira Revelação
Tribunal do Santo Ofício
Ubiquidade
UEF
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Vampirismo
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X, Irmão
Xavier, Chico
Xenoglossia
Yvonne do Amaral Pereira
Zé Arigó
Zilda Gama

Imortalidade da Alma



Imortalidade da alma é um dos conceitos básicos do Espiritismo, norteando assim todo o conjunto de ideias desta doutrina, posto que o Espírito (indivíduo desencarnado) é a continuação da alma (indivíduo encarnado) após a morte (fenômeno biológico da falência definitiva do corpo orgânico) com a manutenção da mesma identidade, ou seja, do próprio indivíduo, que transita entre alma e Espírito, ser encarnado e desencarnado. Este fundamento naturalmente implica na condição de independência da alma (o ser verdadeiro, na condição de Espírito encarnado) em relação ao corpo físico, contrapondo-se diretamente à tese materialista de que a vida nada mais seria do que uma manifestação das potências fisioquímicas e que o falecimento do corpo resultaria também no fim de tudo o que representa a existência daquele indivíduo. O conceito espírita de alma imortal funda-se nas evidências concretas das manifestações dos Espíritos e no testemunho destes, que, indo além, estende a imortalidade ao Espírito. O atributo da imortalidade também pode ser aplicado a Deus, que, exclusivamente, além de imortal, é eterno, no sentido clássico de atemporal, que não tem inícío nem término.


Tradicional símbolo da imortalidade da alma e da eternidade



Intuição natural da imortalidade

O fenômeno da morte, principalmente o de pessoas muito queridas, é um dos que mais instigam a curiosidade humana e a remete às reflexões metafísicas, quer dizer, para além das suas necessidades da vida material. Ademais, conforme o ensinamento dos Espíritos, há no homem um instinto natural de que a vida não se extingue com a falência do seu organismo carnal:

“O homem tem instintivamente o pensamento que nem tudo para ele acaba com a vida; ele tem horror ao nada; é em vão teimar contra a ideia do futuro e quando vem o momento supremo são poucos os que não se importam com o que vai ser deles, porque a ideia de deixar a vida sem retorno tem qualquer coisa de lastimável. Quem realmente poderia encarar com indiferença uma separação absoluta, eterna, de tudo o que tem amado? Quem poderia ver sem terror abrir-se diante si o imensurável abismo do nada onde viessem a ser engolidas para sempre todas as nossas faculdades, todas as nossas esperanças, e dizer a si mesmo: Ora, pois! Depois de mim, nada, nada mais senão o vácuo, tudo definitivamente acabado; mais alguns dias e a minha lembrança será apagada da memória dos que viverem depois de mim; em breve, nenhum vestígio restará da minha passagem pela Terra; até mesmo o bem que fiz será esquecido pelos ingratos a quem beneficiei; nada para compensar tudo isto, nenhuma outra perspectiva além daquela do meu corpo comido pelos vermes!”
O Livro dos Espíritos, Allan Kardec – comentário à questão 148

Essa intuição, presente em todos os povos e em todos os tempos, então impeliu o homem a cultivar a ideia de uma condição de vida posterior à morte (uma vida transcendental) em que o indivíduo assuma uma forma especial (forma espiritual) superior à condição mesquinha de um elemento físico, tal fosse uma mera máquina de carne e osso.

A partir dessa intuição — aliada às manifestações mediúnicas, que também estão registradas em todas as partes do nosso globo terreno, desde os tempos mais remotos — é que nasceram e se consolidaram as mais diversas expressões religiosas e ainda toda uma cultura e folclore acerca da busca pela imortalidade.


Imortalidade na cultura popular

A busca pela imortalidade e a negação instintiva à morte têm movido a criatividade humana desde há muito. O clássico literário mais antigo de que se tem conhecimento que trate dessa temática é a Epopeia de Gilgamesh (século XXII a.C.) em que o herói mitológico e rei da Suméria vai galgar a eternidade após o choque sentido com a morte de um companheiro de jornada (Enquidu).

Algumas tradições antigas atiçavam a imaginação popular com ideias de uma espécie de fonte da juventude eterna ou pelo menos do prolongamento da vida. Na mitologia nórdica, por exemplo, as maçãs de um pomar cuja guardiã é a deusa Iduna podiam eternizar a vida dos pobres mortais, semelhante ao doce de ambrosia do manjar dos deuses gregos.

Ainda pela mitologia da Grécia Antiga, cientes de que a imortalidade era um atributo exclusivo dos deuses, restava aos homens o artifício de realizar grandes obras (tornar-se herói de guerra, por exemplo) e fugir de mediocridade, para perpetuar-se na História como forma de não morrer. Outros povos, como os egípcios, tinham um pensamento semelhante, porém se voltando mais para obras físicas (grandes monumentos, tais as pirâmides).


Ciência do prolongamento da vida

Da arte para a ciência, a imortalidade exerce um fascínio natural. Desde os antigos taoístas e alquimistas chineses e europeus da Era Medieval que buscavam o “elixir da vida” (uma beberagem notadamente à base de ouro) capaz de imunizar o organismo carnal contra a decrepitude natural — embora não totalmente imune à morte por lesão física. Nos tempos modernos, a partir do desenvolvimento da genética, a pesquisa científica nesse sentido é uma realidade patente, havendo quem faça esporadicamente prognósticos de que a reversão do envelhecimento será uma conquista já para as próximas décadas.

Para tais fins, uma das mais renomadas instituições de pesquisa é a Fundação SENS - Strategies for Engineered Negligible Senescence (Estratégias para a Senescência Negligível Engenheirada, SENS) dirigida pelo biogerontologista britânico Aubrey de Grey, que sintetiza a meta de seus estudos como o “conjunto de terapias da medicina regenerativa de forma a combater o envelhecimento através da coibição da senescência, aumentando a expectativa de vida ou até mesmo buscando a imortalidade” (www.sens.org).


Discussões filosóficas sobre imortalidade

No terreno da Filosofia, a questão da imortalidade é corrente e muitos pensadores influentes propuseram variadas interpretações. O filósofo austríaco Ludwig Wittgenstein (1889-1951) considerou que “Se não definirmos a eternidade como infinita duração temporal, mas como intemporalidade, então a vida eterna pertence àqueles que vivem no presente.” Por sua vez, o boêmio Franz Kafka (1883-1924) apostou na brevidade da vida como a própria essência da existência humana: “O sentido da vida é que ela termina.”

A filosofia moderna, aliás, muito fomentou a ideia materialista, contra a qual Allan Kardec vai definir:

“Por uma aberração da inteligência, há pessoas que não veem nos seres orgânicos senão a ação da matéria e atribuem a esta todos os nossos atos. Eles enxergam no corpo humano apenas a máquina elétrica; não estudaram o mecanismo da vida mais do que o funcionamento dos órgãos; viram muitas vezes a vida se extinguir pela ruptura de um fio, e nada mais enxergaram além desse fio; procuraram se restava qualquer coisa e como nada encontraram exceto a matéria, que se tornara inerte, e como não viram a alma sair e não a puderam apanhar, eles concluíram disso que tudo estava nas propriedades da matéria, e que assim, depois da morte, não resta nada do pensamento. Triste consequência, se fosse assim, pois então o bem e o mal ficariam sem sentido; o homem teria razão em pensar só em si e em colocar acima de tudo a satisfação de seus desejos materiais; os laços sociais ficariam rompidos e as mais santas afeições seriam aniquiladas sem volta. Felizmente, essas ideias estão longe de serem generalizadas; podemos até dizer que elas são muito circunscritas e não são mais do que opiniões individuais, pois em parte alguma elas ainda não se tornaram uma doutrina. Uma associação fundada sobre essas bases traria em si a semente da sua dissolução e seus membros se entredevorariam como bestas ferozes.”
O Livro dos Espíritos, Allan Kardec – comentário à questão 148

Na atualidade, uma das inquietações filosóficas mais persistentes consiste justamente em refletir sobre as fronteiras éticas da ciência no campo da manipulação genética, por exemplo, à vista da clonagem de corpos e do rejuvenescimento em contraste com as disparidades sociais, afinal, ainda com tantas questões étnicas em nosso mundo, seria justo e realmente útil investir tanto em tais tecnologias se ao final, como é de praxe, os benefícios custam muito tempo a chegar (quando chegam) às massas? Assim, seria ético permitir que alguém (quem possa pagar) viva indefinidamente enquanto seus semelhantes tombam irremediavelmente por falta de recursos monetários?


Espiritismo e a imortalidade do Espírito

Já desde a concepção do Espírito, que é o objeto fundamental de estudo do Espiritismo, esta doutrina contém naturalmente a ideia de sobrevivência da alma após a morte do seu corpo físico usado na existência reencarnatória. E, explicitamente, este fundamento está presente já na folha de rosto de O Livro dos Espíritos de Allan Kardec — a primeira obra doutrinária espírita — como designação da doutrina que ali era inaugurada: “Sobre a imortalidade da alma, a natureza dos Espíritos e suas relações com os homens, as leis morais, a vida presente, a vida futura e o porvir da Humanidade Segundo os ensinos dados por Espíritos superiores com a cooperação de diversos médiuns”.

As definições ganham formas mais claras a partir da indagação sobre o que acontece com a alma a partir da morte, para a qual os mentores da codificação espírita ensinam que “A alma volta a ser Espírito, isto é, retorna ao mundo dos Espíritos que ela tinha deixado momentaneamente.” (O Livro dos Espíritos, questão 149).

Mais adiante, ao defender este princípio, Kardec acrescenta o benefício imediato produzido pela crença na continuação da vida:

“Ao demonstrar a existência e a imortalidade da alma, o Espiritismo reaviva a fé no futuro, levanta os ânimos abatidos, faz suportar com resignação as contingências da vida.”
O Livro dos Espíritos, Allan Kardec – Conclusão, item 3

Além disso, a Doutrina Espírita nos assegura que o Espírito desencarnado é a continuação da individualidade que outrora estava na condição de alma encarnada, mantendo assim sua memória pessoal, suas características comportamentais, suas disposições morais etc. Essa continuidade está em franco contraste com ideias semelhantes à do panteísmo, cuja crença é a de que a personalidade de cada alma se perde e vai se juntar às demais almas para formar um conjunto único, como cada gota d'água de um rio que cai no mar e ali perde sua identidade particular.

Com a conservação da individualidade, fica estabelecido também o princípio da consequência — boa ou má — dos atos individuais, pelo que cada qual recebe as recompensas ou é penalizado respectivamente, conforme o seu grau de responsabilidade.

Segundo a Revelação Espírita, a sobrevivência individual é infinita. Portanto, uma vez criado por Deus, o Espírito encaminha-se pela senda do progresso e goza de sua identidade individual pelos tempos sem fim, muito embora a perfeita compreensão desse infinitude nos seja impossível por ora, como demonstrada na questão seguinte:

Os Espíritos têm um fim? Compreendemos que o princípio de onde eles emanam seja eterno, mas o que perguntamos é se sua individualidade têm um término, e se, em dado tempo, mais ou menos longo, o elemento de que eles são formados não se desmancha e retorna à massa, como ocorre com os corpos materiais. É difícil compreender que uma coisa que teve começo possa não ter fim.
“Há muitas coisas que vocês não compreendem, porque vossa inteligência é limitada, mas isso não é uma razão para rejeitá-las. O filho não compreende tudo o que seu pai sabe, nem o ignorante sabe tudo o que o mestre compreende. Dizemos que a existência dos Espíritos não se acaba; isso é tudo o que podemos dizer por agora.”
O Livro dos Espíritos, Allan Kardec - questão 83

Com efeito, é somente através da revelação espiritual que a ideia da sobrevivência da alma no além-túmulo e da imortalidade do Espírito se configura como um princípio concreto, como ressalta o codificador espírita:

“Até nossos dias, o homem não formulou mais do que hipóteses sobre o seu porvir; daí por que suas crenças a esse respeito se dividem em sistemas tão numerosos e tão divergentes, desde a teoria do nada até as fantásticas concepções do inferno e do paraíso. Hoje, são as testemunhas oculares, os próprios atores da vida de além-túmulo que vêm nos dizer o que seja esse porvir, e que só eles o podiam fazer. Essas manifestações serviram então para nos dar a conhecer o mundo invisível que nos rodeia e do qual nem suspeitávamos; e só esse conhecimento seria de uma importância capital, em supondo que os Espíritos fossem incapazes de nada mais nos ensinar.”
A Gênese, os Milagres e as Predições segundo o Espiritismo, Allan Kardec – cap. I, item 61

Neste sentido, podemos considerar o Espiritismo como a mais concreta evidência, jamais refutada a contento, da realidade da vida espiritual e da individualidade dos seres — portanto, a prova cabal da imortalidade da alma.


Infinitude e eternidade

O atributo da imortalidade do Espírito faz ressaltar a necessidade da distinção entre a infinidade dos Espíritos e da eternidade de Deus, tomando este último termo na sua acepção clássica daquilo que não tem nem começo nem fim, que não foi gerado nem morrerá.

Por vezes, o termo eternidade e seus derivados são usados na codificação kardequiana admitindo uma segunda significação, em pleno acordo com as disposições do idioma francês para o vocábulo éternité e derivados, neste caso como sinônimo de imortalidade e infinitude, aplicável ao que não tem término. Isto ocorre, por exemplo, nas questões 153 e seguinte de O Livro dos Espíritos:

“Em que sentido devemos entender a vida eterna?
“É a vida do Espírito que é eterna; a do corpo é transitória e passageira. Quando o corpo morre, a alma retorna à vida eterna.”
— Não seria mais exato chamar vida eterna a dos Espíritos puros, daqueles que, tendo alcançado o grau de perfeição, não têm mais provas a enfrentar?
“Essa é antes a felicidade eterna. Mas isso é uma questão de palavras; chamem as coisas como quiserem, contanto que se entendam.”

Todavia, a doutrina dos Espíritos nos convida a considerar que Deus é a causa primária de todas as coisas, resultando que somente Deus é eterno, sendo tudo o mais — incluindo os Espíritos — sua criação, conforme:

“Os Espíritos tiveram um princípio ou, assim como Deus, existem desde toda a eternidade?
“Se os Espíritos não tivessem tido um princípio, eles seriam iguais a Deus, quando, ao contrário, eles são sua criação e se submetem à vontade dele. Deus existe desde toda a eternidade, isso é incontestável; porém, saber quando e como ele nos criou, nós nada sabemos. Pode-se dizer que nós somos sem começo, se com isso se entende que Deus, sendo eterno, há de ter criado sem descanso; mas, quando e como cada um de nós foi feito, eu repito, ninguém o sabe: aí é que está o mistério.”
O Livro dos Espíritos, Allan Kardec – questão 78

Tais ensinamentos generalizados leva em conta nossas limitadas capacidades atuais de compreensão das coisas, mas deixa em aberto outras questões relacionadas ao tema, como a seguinte:

“A matéria existe desde toda a eternidade assim como Deus, ou ela foi criada por ele em algum momento?
“Só Deus o sabe. Entretanto, há uma coisa que a vossa razão deve indicar: é que Deus, modelo de amor e caridade, nunca esteve inativo. Por mais distante que vocês possam imaginar o início de ação dele, poderiam imaginá-lo um segundo na ociosidade?”
O Livro dos Espíritos, Allan Kardec – questão 21


Referências

  • O Livro dos Espíritos, Allan Kardec - Ebook.
  • A Gênese, os Milagres e as Predições segundo o Espiritismo, Allan Kardec - Ebook.
  • "Imortalidade", verbete da Wikipédia.
  • "éternité", vocábulo do Dicionário Larousse online.
  • Ending Aging: The Rejuvenation Breakthroughs that Could Reverse Human Aging in Our Lifetime, Aubrey de Grey e Michael Rae. New York, NY: St. Martin's Press, 2007.




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