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Índice de verbetes


Erraticidade



Erraticidade é o estado em que se encontram os Espíritos errantes, ou erráticos, isto é, não encarnados e em processo de evolução, durante o intervalo de suas existências corporais (reencarnações). A duração em que o Espírito permanece na erraticidade e as condições dessa vivência variam, havendo relação direta com o adiantamento espiritual de cada indivíduo e com suas necessidades evolutivas, podendo essa permanência durar muito pouco ou custar longo tempo, cujas circunstâncias podem ser felizes ou penosas, conforme o mérito individual. Não é o mesmo estado dos Espíritos puros — aqueles que já percorreram toda a trajetória evolutiva e não mais precisam para fins de aperfeiçoamento; estes então desfrutam da plenitude da vida espiritual.



Erraticidade na Codificação Espírita

Na codificação espírita, as primeiras referências relacionadas à erraticidade encontram-se já no tópico VI da Introdução de O Livro dos Espíritos:

“Deixando o corpo, a alma volta ao mundo dos Espíritos, de onde tinha saído para experimentar uma nova existência material após um lapso de tempo mais ou menos longo, durante o qual permanece em estado de Espírito errante.”
[...]
“Os Espíritos não encarnados, ou errantes, não ocupam uma região determinada e circunscrita; eles estão por toda parte no espaço e ao nosso lado, vendo-nos e nos acotovelando sem cessar; é toda uma população invisível que se movimenta ao nosso redor.”
O Livro dos Espíritos, Allan Kardec - Introdução, ite VI

Na sequência, no mesmo livro, o tema é desenvolvido com mais detalhes no capítulo VI da 2ª Parte: “Vida espírita”.

Erraticidade é um dos vocábulos que constituem o ‘Vocabulário Espírita’ inserido por Allan Kardec no opúsculo Instrução Prática sobre as Manifestações Espíritas, publicado em 1858:

Erraticidade: estado dos Espíritos errantes, isto é, não encarnados durante os intervalos de suas diversas existências corporais. A erraticidade não é exatamente um sinal absoluto de inferioridade para os Espíritos. Há Espíritos errantes de todas as classes, salvo da primeira ordem, de Espíritos puros, que, não tendo mais que se submeter à encarnação, não podem ser considerados como errantes. Os Espíritos errantes são felizes ou infelizes conforme o grau de sua depuração. É nesse estado que o Espírito, então despojado do véu material do corpo, reconhece suas existências anteriores e as faltas que o afastam da perfeição e da felicidade infinita; é aí também que ele escolhe novas provações a fim de avançar mais rapidamente.”
Instrução Prática sobre as Manifestações Espíritas, Allan Kardec - ‘Vocabulário Espírita’

No pequeno dicionário contido em O Livro dos Médiuns, lançado em 1861, o desenvolvimento do referido vocábulo foi simplificado para “Erraticidade: estado dos Espíritos errantes, ou erráticos, quer dizer, não encarnados, durante o intervalo de suas existências corporais.” (Cap. XXXII)

Em O Céu e o Inferno, encontramos depoimentos de Espíritos errantes descrevendo suas situações diversas no mundo espiritual, desde entidades extremamente felizes até desgraçados de variadas ordens.


Análise etimológica

Erraticidade vem de errante, que classicamente tem dois significados básicos: 1) o que não tem residência fixa, que vive como nômade, andarilho; 2) vadio, vagabundo. Na definição oferecida pelo codificador do Espiritismo, erraticidade está mais alinhada com a primeira significação, no sentido de que o desencarnado está não alocado num corpo físico, não devendo ser associado com a conotação de alguém que comete erros, um Espírito inferiorizado, uma vez que entre os errantes estão entidades de todos os graus evolutivos abaixo dos Espíritos puros, de acordo com a Revelação Espírita:

A erraticidade é, por si só, um sinal de inferioridade dos Espíritos?
“Não, pois há Espíritos errantes de todos os níveis. A encarnação é um estado transitório, já o dissemos: no seu estado normal o Espírito está desgarrado da matéria.”
O Livro dos Espíritos, Allan Kardec - questão 225


Duração na erraticidade

A fim de alcançar a perfeição a que todos os Espíritos estão destinados, as individualidades precisam desenvolver suas capacidades intelectuais e morais, razão pela qual passam pelas tantas necessárias experiências reencarnatórias. Entretanto, a reencarnação não é necessariamente imediata, podendo assim haver um intervalo mais ou menos longo, durante o qual o ser desencarnado é chamado Espírito errante (O Livro dos Espíritos - questão 224).

A duração da estadia na erraticidade é proporcional à justeza das coisas: as necessidades do Espírito em evolução e das circunstâncias desencadeadas por suas ações em face do seu livre-arbítrio. No entanto, posto que o Espírito errante carece cursar sua estrada evolutiva, a erraticidade — que pode durar de algumas horas a milhares de séculos — é necessariamente temporária, e mais cedo ou mais tarde o desencarnado terá de retornar a uma vivência reencarnatória (O Livro dos Espíritos, questão 224-a).

Como tudo na natureza tem a sua razão de ser, a duração da erraticidade obedece às circunstâncias do mundo ao qual o Espírito reencarnante esteja vinculado. A estrutura física dos mundos superiores é mais sutil, as condições de sobrevivência são bem amenas e os corpos dos seus habitantes menos materializados, possibilitando que seus encarnados desfrutem facilmente de suas faculdades espirituais para acessar o mundo dos Espíritos; a morte e o processo reencarnatório aí são menos trabalhosos e, por isso, a passagem de uma para outra vivencia reencarnatória é quase sempre imediata. Por outro lado, nos mundos menos evoluídos, os Espíritos têm corpos mais grosseiros, sofrem limitações físicas e passam pelo processo de morte e renascimento com mais complicações; faz-se necessário então um intervalo na erraticidade mais ou menos longo para que os reencarnantes possam melhor condicionar seus planos evolutivos:

Essa duração depende da vontade do Espírito ou ela pode ser imposta como expiação?
“É uma consequência do livre-arbítrio; os Espíritos sabem perfeitamente o que fazem. Mas também há aqueles para quem essa duração é uma punição infligida por Deus. Outros pedem para que ela seja prolongada, a fim de continuarem os estudos que só podem ser feitos com proveito na condição de Espírito.”
O Livro dos Espíritos, Allan Kardec - questão 224-b


Situação espiritual dos errantes

Apenas pelo efeito da morte — em decorrência da falência do corpo físico —, o Espírito errante não deixa de ser a continuação da personalidade outrora encarnada e, desta forma, pode conservar na erraticidade as mesmas más paixões e perturbações de quando encarnado, condicionando assim a sua situação no mundo espiritual aos seus méritos. Portanto, sua felicidade ou desdita no plano invisível se relaciona com seu estado evolutivo.

“Não há uma única imperfeição da alma que não importe terríveis e inevitáveis consequências, como não há uma só qualidade boa que não seja fonte de um prazer. Assim, a soma das penas é proporcionada à soma das imperfeições, como a dos gozos à das qualidades. Por exemplo, a alma que tem dez imperfeições sofre mais do que a que tem três ou quatro; e quando dessas dez imperfeições não lhe restar mais que metade ou um quarto, menos sofrerá. Extintas todas, então a alma será perfeitamente feliz. Também na Terra, quem tem muitas moléstias, sofre mais do que quem tenha apenas uma ou nenhuma. Pela mesma razão, a alma que possui dez perfeições, tem mais satisfação do que outra menos rica de boas qualidades.”
O Céu e o Inferno, Allan Kardec - cap. VII: ‘Código penal da vida futura’

Espíritos mais adiantados têm um perispírito mais sutil, com o qual transcorrem facilmente as diversas dimensões do plano espiritual e melhor interagem com as demais entidades; enquanto isso, os mais atrasados se sujeitam às limitações de seu estado evolutivo, que lhes interdita o acesso aos mundos superiores e lhes priva da convivência com os seres mais adiantados sem a permissão deles. Se bastante materializados, esses Espíritos inferiores continuam atrelados fisicamente ao mundo de onde desencarnou sofrendo as restrições de sua condição material:

“Conforme este [o Espírito] se ache mais ou menos purificado e desprendido dos laços materiais, o meio em que ele se encontre, o aspecto das coisas, as sensações que experimente e as percepções que tenha variarão ao infinito. Enquanto uns não podem se afastar da esfera onde viveram, outros se elevam e percorrem o espaço e os mundos; enquanto alguns Espíritos culpados erram nas trevas, os bem-aventurados gozam de resplendente claridade e do espetáculo sublime do Infinito; finalmente, enquanto o mau, atormentado de remorsos e pesares, muitas vezes isolado, sem consolação, separado dos que constituíam objeto de suas afeições, pena sob o peso dos sofrimentos morais, o justo, em convívio com aqueles a quem ama, frui as delícias de uma felicidade indizível. Também nisso, portanto, há muitas moradas, embora não limitadas e nem localizadas.”
O Evangelho segundo o Espiritismo, Allan Kardec - cap. III, item 2


Evolução na erraticidade e os mundos transitórios

Segundo o Espiritismo, a vida na erraticidade é também uma oportunidade de evolução para o Espírito: “Ele pode se melhorar bastante, sempre conforme sua vontade e seu desejo, mas é na existência corporal que ele põe em prática as ideias que tenha adquirido.” (O Livro dos Espíritos - questão 230) Dentre desse plano de ascensão espiritual os errantes podem receber certas incumbências de entidades elevadas e desta sorte realizar missões para promover o bem comum (O Livros dos Espíritos, questões 568 e 569).

Para possibilitar o refazimento dos reencarnantes, há no plano invisível infinitas habitações temporárias, estações de repouso e tratamento, chamadas de mundos transitórios (também conhecidas como colônias espirituais).

“Sim, há mundos particularmente destinados aos seres errantes, mundos nos quais eles podem habitar temporariamente, espécies de acampamentos, de campos para se repousar de uma longa erraticidade, situação essa sempre um tanto penosa. São de posições intermediárias entre os outros mundos, graduadas de acordo com a natureza dos Espíritos que ali podem ter acesso e neles desfrutam de um bem-estar mais ou menos grande.”
O Livro dos Espíritos - questão 234

Os mundos transitórios possibilitam o agrupamento de inteligências e forças que aí constroem verdadeiras oficinas de aprendizado e trabalho colaborativo em prol da evolução dos que lá estão estanciados e ainda daí podem estender semelhantes benefícios a outros mundos: “Certamente, os Espíritos que se encontram nesses mundos podem se desprender deles para ir aonde devam se encaminhar. Imaginem que eles sejam como aves de passagem pousando numa ilha, à espera de renovar as forças para seguirem seu destino.” (O Livro dos Espíritos - questão 235)

Os mundos transitórios podem cumprir ainda o importante papel de ajudar o errático no planejamento da sua reencarnação, estabelecendo laços de amizade e cooperação entre Espíritos desejosos de progredir e benfeitores já experientes na senda da evangelização. Um caso emblemático da literatura espírita é o da elaboração do plano reencarnatório de Segismundo (trabalhador da colônia espiritual Nosso Lar) conforme está narrado em Missionários da Luz (Espírito André Luiz, pela psicografia de Chico Xavier).


Estado dos Espíritos puros

A erraticidade é uma condição de espera para quem necessariamente deve passar por uma reencarnação a fim de evoluir; estado esse que, de alguma forma, tem suas limitações, pois ainda não é a condição de plenitude espiritual inerente apenas aos Espíritos da primeira ordem da escala espírita: os Espíritos puros, aqueles que já completaram o transcurso evolutivo.

Não estando mais sujeitos ao processo reencarnatório, os Espíritos puros não se enquadram entre os errantes e gozam da plenitude da vida espiritual:

“Desfrutam de uma felicidade inalterável, porque não estão sujeitos nem às necessidades nem às vicissitudes da vida material; contudo, essa felicidade não é aquela de uma ociosidade monótona passada em uma perpétua contemplação. Eles são os mensageiros e os ministros de Deus, cujas ordens eles executam para manutenção da harmonia universal. Comandam a todos os Espíritos que lhes são inferiores, ajudam-lhes a se aperfeiçoarem e lhes designam suas missões. Auxiliar os homens nas suas aflições, incentivá-los ao bem ou à expiação das faltas que os distanciam da suprema felicidade: eis para eles uma grata ocupação.”
O Livro dos Espíritos - questão 113


Animais e erraticidade

Apesar de inúmeros registros mediúnicos descreverem a presença de plantas e animais no mundo espiritual, segundo a codificação do Espiritismo a interação inteligente no ambiente da erraticidade é uma exclusividade dos Espíritos. Explorando tal questão, Kardec perguntou e os instrutores invisíveis responderam:

Sobrevivendo ao corpo, a alma do animal depois da morte fica num estado errante, como a alma do homem?
“Fica num tipo de erraticidade, pois ela não está mais unida ao corpo, mas não é um Espírito errante. O Espírito errante é um ser que pensa e age por sua livre vontade; o dos animais não têm essa mesma faculdade. A consciência de si próprio é o que constitui o principal atributo do Espírito. Após sua morte, o Espírito do animal é classificado pelos Espíritos a quem cabe essa tarefa e utilizado quase imediatamente: ele não tem tempo de se relacionar com outras criaturas.”
O Livro dos Espíritos - questão 600

Desta resposta ponderamos então que os animais têm um elemento espiritual que conserva a sua individualidade, elemento esse que, embora muito distinta da alma humana, é também uma espécie de alma (O Livro dos Espíritos, questões 597 e seguintes), contudo, sem consciência de si e, portanto, sem livre-arbítrio nem responsabilidades por seus atos, que são decorrentes puramente do instinto — que é um grau inferior do mesmo princípio da inteligência. Por essa lógica, os animais não podem ser considerados Espíritos errantes; ao desencarnar, o animal é encaminhado para a reencarnação. Essa definição também exclui a possibilidade de manifestação da alma de um animal desencarnado na nossa dimensão física, conforme asseveram os Espíritos contribuintes da codificação espírita:

Podemos evocar o Espírito de um animal?
“Depois da morte do animal, o princípio inteligente que havia nele fica num estado latente; ele é logo utilizado por certos Espíritos encarregados dessa tarefa para animar novos seres nos quais ele continua a obra de sua elaboração. Assim, no mundo dos Espíritos, não há Espíritos de animais errantes, mas somente Espíritos humanos. Isso responde à vossa questão.”
— Como é então que, tendo evocado animais, algumas pessoas têm obtido resposta?
“Evoquem uma rocha e ela vos responderá. Há sempre uma multidão de Espíritos pronta a tomar a palavra para tudo.”
O Livro dos Médiuns, Allan Kardec - cap. XXV, item 283

A interpretação mais ligeira dessas informações é a de que não há absolutamente qualquer atividade na erraticidade envolvendo os animais. A existência deles em relatos mediúnicos poderia ser, dentre outras coisas, um recurso de linguagem ou uma espécie de materialização, formas animais plasmadas por Espíritos, por exemplo, para impressionar os médiuns e a quem mais fossem transmitidas essas impressões, pois ao animal desencarnado “não é dado tempo de entrar em relação com outras criaturas”.

Certa opinião, por outro lado, pondera que os animais não teriam força própria para se manifestar, mas, uma vez que sua alma também fica de alguma forma “numa espécie de erraticidade”, eles poderiam aí ser utilizados pelos Espíritos incumbidos de classificá-los e, por força destes, poderiam participar de certas atividades no mundo espiritual, inclusive para o aprimoramento dos animais, tal como na descrição de André Luiz:

“À maneira de crianças tenras, internadas em jardim de infância para aprendizados rudimentares, animais nobres desencarnados, a se destacarem dos núcleos de evolução fisiopsíquica em que se agrupam por simbiose, acolhem a intervenção de instrutores celestes, em regiões especiais, exercitando os centros nervosos. [...] Plantas e animais domesticados pela inteligência humana, durante milênios, podem ser aí aclimatados e aprimorados, por determinados períodos de existência, ao fim dos quais regressam aos seus núcleos de origem no solo terrestre, para que avancem na romagem evolutiva, compensados com valiosas aquisições de acrisolamento, pelas quais auxiliam a flora e a fauna habituais à Terra, com os benefícios das chamadas mutações espontâneas.”
Evolução em Dois Mundos (André Luiz) Chico Xavier - cap. IX e XIII

Daí por que a presença de animais no mundo espiritual registradas em obras como Nosso Lar: cap. 7: “Aves de plumagens policromas cruzavam os ares e, de quando em quando, pousavam agrupadas nas torres muito alvas, a se erguerem retilíneas, lembrando lírios gigantescos, rumo ao céu. [...] Das janelas largas, observava, curioso, o movimento do parque. Extremamente surpreendido, identificava animais domésticos, entre as árvores frondosas, enfileiradas ao fundo...”; cap. 33: “— Os cães — disse Narcisa — são auxiliares preciosos nas regiões obscuras do Umbral, onde não estacionam somente os homens desencarnados, mas também verdadeiros monstros, que não cabe agora descrever.”


Veja também


Referências

  • O Livro dos Espíritos, Allan Kardec - Ebook.
  • Instrução Prática sobre as Manifestações Espíritas, Allan Kardec - Ebook.
  • O Livro dos Médiuns, Allan Kardec - Ebook.
  • O Evangelho segundo o Espiritismo, Allan Kardec - Ebook.
  • O Céu e o Inferno, Allan Kardec - Ebook.
  • Nosso Lar, (André Luiz) Chico Xavier - Editora FEB.
  • Evolução em Dois Mundos, (André Luiz) Chico Xavier - Editora FEB.
  • Missionários da Luz, (André Luiz) Chico Xavier - Editora FEB.
  • Dicionário Houaiss Eletrônico - versão 3.0 - Editora Objetiva junho, 2009.


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