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Índice de verbetes



Índice de verbetes
A Gênese
A Gênese, os Milagres e as Predições segundo o Espiritismo
Abreu, Canuto
Adolphe Laurent de Faget
Agênere
Alexandre Aksakof
Allan Kardec
Alma
Alma gêmea
Amélie Gabrielle Boudet
Anastasio García López
Andrew Jackson Davis
Anna Blackwell
Arigó, Zé
Auto de Fé de Barcelona
Auto-obsessão.
Banner of Light
Baudin, Irmãs
Bem
Berthe Fropo
Blackwell, Anna
Boudet, Amélie Gabrielle
Cairbar Schutel
Canuto Abreu
Caridade
Carma
Caroline Baudin
Célina Japhet
Cepa espírita
Charlatanismo
Charlatão
Chevreuil, Léon
Chico Xavier
Cirne, Leopoldo
Codificador Espírita
Consolador
Crookes, William
Daniel Dunglas Home
Davis, Andrew Jackson
Denis, Léon
Dentu, Editora
Dentu, Édouard
Desencarnado
Deus
Didier, Pierre-Paul
Divaldo Pereira Franco
Dogma
Dogmatismo
Doutrina Espírita
Ectoplasma
Ectoplasmia
Ecumenismo
Editora Dentu
Édouard Dentu
Epífise
Errante
Erraticidade
Errático
Escrita Direta
Espiritismo
Espiritismo à Francesa: a derrocada do movimento espírita francês pós-Kardec
Espírito da Verdade
Espírito de Verdade
Espírito Errante
Espírito Santo
Espírito Verdade
Espiritual
Espiritualismo
Espiritualismo Moderno
Evangelho
Faget, Laurent de
Fascinação
Fora da Caridade não há salvação
Francisco Cândido Xavier
Franco, Divaldo Pereira
Fropo, Berthe
Galeria d'Orléans
Gama, Zilda
Glândula Pineal
Henri Sausse
Herculano Pires
Herege
Heresia
Hippolyte-Léon Denizard Rivail
Home, Daniel Dunglas
Humberto de Campos
Imortalidade da Alma
Inquisição
Irmão X
Irmãs Baudin
Jackson Davis, Andrew
Japhet, Célina
Joanna de Ângelis
Johann Heinrich Pestalozzi
José Arigó
José Herculano Pires
José Pedro de Freitas (Zé Arigó)
Julie Baudin
Kardec, Allan
Kardecismo
Karma
Lachâtre, Maurice
Lamennais
Laurent de Faget
Léon Chevreuil
Léon Denis
Leopoldo Cirne
Leymarie, Pierre-Gaëtan
Linda Gazzera
Livraria Dentu
London Dialectical Society
Madame Kardec
Mal
Maurice Lachâtre
Médium
Mediunidade
Metempsicose
Misticismo
Místico
Moderno Espiritualismo
Necromancia
O Livro dos Espíritos
Obras Básicas do Espiritismo
Obsediado
Obsessão
Obsessor
Oração
Palais-Royal
Paráclito
Parasitismo psíquico
Pélagie Baudin
Percepção extrassensorial
Pereira, Yvonne A.
Pestalozzi
Pierre-Gaëtan Leymarie
Pierre-Paul Didier
Pineal
Pneumatografia
Prece
Projeto Allan Kardec
Quiromancia
Religião
Revelação Espírita
Rivail, Hypolite-Léon Denizard
Santíssima Trindade
Santo Ofício
Sausse, Henri
Schutel, Cairbar
Sentido Espiritual
Sexto Sentido
Silvino Canuto Abreu
Sociedade Dialética de Londres
Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas
SPEE
Subjugação
Superstição
Terceira Revelação
Tribunal do Santo Ofício
Ubiquidade
UEF
União Espírita Francesa
Vampirismo
William Crookes
X, Irmão
Xavier, Chico
Xenoglossia
Yvonne do Amaral Pereira
Zé Arigó
Zilda Gama

Canuto Abreu



Silvino Canuto Abreu (Taubaté, SP, 19 de janeiro de 1892 - São Paulo, 2 de maio de 1980), advogado, farmacêutico e médico, foi um notável pesquisador e escritor espírita, atuante divulgador do Espiritismo. Entre outras obras, destaca-se a série de artigos O Livro dos Espíritos e sua tradição Histórica e Lendária, que mais tarde foi reunida num volume publicado sob o mesmo título. De suas viagens mundo afora, o Dr. Canuto Abreu trouxe para o Brasil uma grande coleção de manuscritos de Allan Kardec e outros documentos originais de grande importância para a Historiografia Espírita, acervo esse que deu origem ao valoroso Projeto Allan Kardec da Universidade Federal de Juiz de Fora - MG.


Canuto Abreu




Biografia

Canuto Abreu nasceu numa família inserida na cultura espírita e sortida de médiuns, pelo que desde cedo conviveu naturalmente com os fenômenos espirituais e a doutrina kardecista, que despertou seu espírito para o conhecimento e a prática da benevolência.

Depois de concluir seus estudos básicos em sua cidade natal, Taubaté, e o ensino fundamental em Jacareí, ambos municípios do interior de São Paulo, formou-se em 1909, com apenas dezessete anos de idade, em Farmácia pela Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro.

Migrou para o ramo de Direito e neste curso bacharelou-se em 1916 pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Como advogado, especializado em Direito Comercial, Assuntos Econômicos e Bancários, atuou em renomadas corporações como o Banco Hipotecário, no Rio de Janeiro, no Caísse Commerciale et Industrieille, em Paris, e no Banco do Brasil, ao lado de notáveis como Rui Barbosa.

No âmbito da medicina, valendo-se da formatura de médico, concluída em 1923 pela mesma Faculdade de Medicina da capital carioca, foi o presidente fundador da Associação Paulista de Homeopatia. Filantropo por natureza, praticou a medicina homeopática por caridade e foi ativo voluntário em diversas instituições, dentre as quais, a Associação Feminina Beneficente e Instrutiva fundada pela emérita confrade espírita e também filantropa Anália Franco.

Muito precocemente empreendeu-se no estudo dos Evangelhos bíblicos a partir de fontes diversos, incluso o mais antigo manuscrito grego do Novo Testamento.


Obra espírita

Atraído pelo forte interesse nos registros históricos acerca dos fenômenos espirituais, metapsíquicos e paranormais, esmiuçou bibliotecas e museus de diversas partes do mundo, especialmente o Museu Britânico, o Museu do Vaticano e a Biblioteca Nacional da França, além de livrarias e sebos diversos, coletando dados e formando uma riquíssima coleção pessoal.

Em meio a esse tesouro historiográfico por ele coletado, constam documentos originais, primeiras edições das obras básicas da codificação espírita, inclusive cartas e outros manuscritos do próprio codificador espírita.

Inicialmente, o Dr. Canuto tinha intenção de entregar esse valioso acervo à Federação Espírita Brasileira, mas hesitou, temendo que tal acervo não fosse adequadamente apreciado e devidamente compartilhado com os estudiosos espíritas e divulgado ao público em geral. Em certa visita ao médium Chico Xavier, foi aconselhado pelo Espírito Emmanuel a esperar momento mais apropriado para tornar aquele rico material a público — o que Canuto acolheu de bom grado. Enquanto aguardava esse momento oportuno, ele cuidava de fazer transcrições e traduções dos documentos, ajuntando a eles seus comentários para contextualizá-los, eventualmente também publicando aqui e ali, em jornais e revistas espíritas, alguns achados de seu acervo.


Canuto Abreu e Chico Xavier


O resultado considerado mais notável da sua coleta como historiador espírita é a série de artigos, publicada no jornal Unificação (órgão da União das Sociedades Espíritas do Estado de São Paulo) sob o título O Livros dos Espíritos em sua Tradição Histórica e Lendária, iniciada em 1953 e concluída em 1954, culminando posteriormente na publicação de um único volume, de título homônimo à série. Neste trabalho, o autor faz uma fictícia narração ambientando os bastidores do lançamento do livro inaugural da Doutrina Espírita, desde as primeiras horas da manhã, quando o lote da publicação chega para ser exposto na Livraria Dentu até as últimas horas da noite, num coquetel comemorativo, reunindo no pequeno apartamento do Prof. Rivail e da sua esposa Amélie algumas pessoas que haviam colaborado para que aquela edição viesse à público.

Canuto Abreu também dirigiu a Sociedade Metapsíquica de São Paulo, entidade que posteriormente se fundiu na Federação Espírita do Estado de São Paulo. Foi expositor da Primeira Turma da Escola de Aprendizes do Evangelho, da mesma Federação, tendo tomado parte na elaboração de alguns dos livros usados naqueles cursos.

Também é autor da série Subsídios para a História do Espiritismo no Brasil até o ano de 1895, publicada na revista Metapsíquica na década de 1930, e mais tarde, em 1950, reunida pela Federação Espírita do Estado de São Paulo em uma publicação intitulada Bezerra de Menezes.

Em O Evangelho por fora, faz tocantes notas sobre detalhes adicionais às narrativas bíblicas em torno da obra de Jesus Cristo.


Dr. Canuto e Herculano Pires

Em 1957, o Dr. Canuto integrou, ao lado de honorários espíritas como José Herculano Pires, uma comissão responsável pela organização das festividades do primeiro centenário de lançamento de O Livro dos Espíritos, que resultou também numa publicação bilíngue da referida obra.


Dr. Canuto Abreu, ao lado de Herculano Pires, discursando na comemoração do 1° centenário de lançamento de O Livro dos Espíritos de Allan Kardec


Passados os festejos, porém, Herculano Pires publicou um artigo criticando o trabalho de tradução do Dr. Canuto, apontando neste o que considerou "distorções doutrinárias"; profundamente entristecido, Canuto de Abreu, que se eximiu de publicar qualquer autodefesa, fez recolher os exemplares da edição comemorativa e doravante tomou a resolução de afastar-se publicamente do Movimento Espírita.

Em consequência disso, o valioso acervo histórico por ele catalogado iria permanecer por um longo tempo recolhido.


Ressurgimento pós-morte

Esquecido pelos holofotes do movimento espírita, Canuto faleceu em 2 de maio de 1980, sem alcançar aquele "momento oportuno" para melhor fazer proveito da sua valiosa coleção documental espírita — que, todavia, seria preservada por seus herdeiros.

Mais tarde, o nome do Dr. Canuto voltou à cena entre os confrades kardecistas, em 2004, no encerramento do IV Congresso Espírita Mundial, realizado em Paris, justo no ano do bicentenário de nascimento de Allan Kardec. Na ocasião, o médium Raul Teixeira psicografa o Espírito do insigne historiador com a mensagem seguinte:

"Allan Kardec!
Este nome é um marco de um tempo novo. É uma legenda de luz e de força moral que edifica um tempo especial de regeneração humana, e que, ao longo de mais de seis décadas, esteve no mundo das formas para materializar os ensinamentos do Mundo Etéreo, junto às almas terrenas.
Alma de escol, sem embargo, Allan Kardec veio ao planeta para representar no campo físico a Equipe Luminosa do Espírito da Verdade, que jorrava claridade sobre o orbe sob a ação venturosa do Cristo Excelso.
Nesse tempo em que o Espiritismo está no mundo, como esplendente Sol diluindo os miasmas da longa noite moral humana, ainda que pouco a pouco, são incontáveis aqueles que vêm recebendo o sustento para viver com entusiasmo, a motivação para prosseguir nas árduas lutas, sem pensar em fugir dos proscênios dificultosos dessas graves experiências das sociedades terrenas.
Quantos se arredaram das ideias suicidas, pelo entendimento de que ninguém morre essencialmente?
Quantos desistiram do abortamento por terem admitido o acinte que tal coisa representa contra as divinas leis de Deus?
Quantos se decidiram por manter iluminada por Jesus a estrutura do lar, ao verificarem sua importância para o progresso familiar?
Quantos se dedicaram a estudar as leis da vida e a estudar-se, anelando o entendimento e a melhoria de si mesmos?
Quantos abriram mão dos preconceitos de raça, de cor da epiderme, de gênero, de cultura e tantos outros, libertando-se dessa forma de ignorância que se demora no seio das sociedades?
Quantos que se esforçam por servir, por amar, desejosos de se tornarem cada vez mais úteis no campo da existência?
Quantos hão renunciado às pressões do homem-velho, na corajosa busca dos valores do homem-novo, conforme as considerações do Apóstolo Paulo?
Quantos sofrem e choram seus tormentos de agora, conscientes quanto às razões desses complexos dramas, sem se permitir murchar pelo desânimo, ante a visão lúcida que o Espiritismo enseja?
Hoje, quando reconhecemos, na Pátria Espiritual, os inúmeros equívocos que costumamos cometer, quando caminhantes da vilegiatura corporal, vale considerar a importância de fazer com que a gloriosa informação da Codificação penetre nossa intimidade, a fim de que respiremos esse portentoso pensamento espírita, convertendo-o em nossa real filosofia de vida, o que nos capacitará para a conquista da felicidade.
Quantos que ainda supõem que é possível ser espírita sem ajustar a própria existência aos preceitos da Codificação, e que se enganam com essa suposição?
Quantos que ainda creem na ventura post-mortem longe dos esforços para a superação de limitações e obstáculos encontrados nas vias mundanas, e que se frustram no além?
Acho-me sob intensa emoção. Lutamos, durante um tempo longo, junto aos valorosos Benfeitores do nosso Movimento Espírita Internacional, para que este momento fosse corporificado aqui, nos campos fluídicos da alma francesa. E o Senhor da Vida no-lo consentiu. Mais do que isso, destacou eminentes Numes de vários países para formar a coordenação deste evento, a efeméride do IV Congresso Espírita Mundial, sob a inspiração do próprio Codificador.
Cabe-nos vibrar, então, ao se fecharem as cortinas deste Congresso, certos de que suas luzes não se apagarão. Os elementos energéticos que absorvemos aqui, resguardados por luminosos Prepostos de Jesus, acompanhar-nos-ão como inspiração para os trabalhos futuros e como medicação valiosa para que, daqui para a frente, logremos o fortalecimento da alma para estudar, para amar e servir, mais conscientes dos nossos deveres para conosco, para com Jesus e para com a vida, agora aclarada em seus fundamentos pelos ensinamentos do Espiritismo que, vitorioso no mundo, impulsiona-nos a ter maior clareza e penetração da razão, ao mesmo tempo que, dedicados ao bem, possamos ser felizes.
Deixo o meu abraço emocionado a todos quantos vibraram, vibram e vibrarão com essa realização bendita no solo francês, e a todos desejo paz e muita luz junto à Seara do Espiritismo.
Servidor de todos, agradecido e vibrante."
Silvino Canuto Abreu, psicografia de Raul Teixeira - Paris, 5 de outubro de 2004


A iniciativa do Museu Espírita de SP

Em 1997 foi oficializada a fundação do Museu Espírita de São Paulo, um sonho antigo do Paulo Toledo Machado que, ao lado de sua dedicada esposa Elza Mazzonetto Machado, foi patrono de várias iniciativas de promoção do Espiritismo na Capital Paulista, dentre as quais o Instituto de Cultura Espírita de SP. Para a concretização de sonho do Museu, o Dr. Machado havia providenciado o imóvel e considerável parte de seu patrimônio para subsidiá-lo, dispondo então de um acervo bibliográfico de cerca de 3 mil títulos, além de peças (quadros, estatuetas, utensílios do século XIX etc.). Logo mais na virada para o século XXI, iniciou-se uma aproximação com a Federação Espírita Brasileira, através do seu presidente de então, Nestor Masotti, que resultou num acordo de parceria que legava à FEB a administração do museu; por motivo de saúde, o Masotti acabou licenciando-se do seu mandato, mas o projeto continuou em andamento com seu sucessor, César Perri de Carvalho, sendo enfim oficializado em 2012 e o museu reinaugurado em 2013.

Nesse ínterim, surgiu a ideia de juntar ao Museu Espírita de São Paulo o projeto do Instituto Canuto Abreu, há tempos idealizado pelos familiares deste, especialmente do seu neto Lian Abreu Duarte — que atuou como representante dos demais herdeiros do grande pesquisador espírita. Feitas as tratativas, o combinado era o de se criar naquele local uma ala especial onde finalmente seria exposta a coleção histórica de documentos espíritas do Dr. Canuto.


Lian em primeiro plano e no detalhe, com o avô Canuto Abreu


O projeto, entretanto, não se desenvolveu no agrado de todas as partes. Descontentes com tal situação, a família Abreu desfez o acordo com a FEB e recolheu sua coleção.


Projeto Allan Kardec da UFJF

Felizmente, o "momento oportuno" predito por Emmanuel parecia estar chegando: de uma aproximação entre Lian Abreu Duarte (o neto do Dr. Canuto) com a direção da Fundação Espírita André Luiz - FEAL derivaria um bom acordo para a guarda, a catalogação e a publicação daquele tão almejado acervo histórico espírita: a FEAL comprometeu-se a criar um departamento específico para o tratamento do material — o CDOR, ou Centro de Documentação e Obras Raras — e daí por diante fazer grande publicidade de seu acervo, conforme anúncio feito em 26 de maio de 2018.


Amostra do acervo espírita do Instituto Canuto Abreu


Dois anos mais tarde, enfim, viria a público uma grande novidade para a comunidade espírita: o Projeto Allan Kardec da Universidade Federal de Juiz de Fora - Minas Gerais, cujo objetivo essencial é o de reunir, tratar e disponibilizar livremente ao público, para o qual a coleção de Canuto Abreu viria a ser fundamental, de modo que aos poucos as preciosidades resgatadas viessem a ser apresentadas aos confrades e demais estudiosos interessados em redescobrir a História do Espiritismo.


Portal do Projeto Allan Kardec


Ver: Projeto Allan Kardec.

A realização do Projeto Allan Kardec é, pois, um desdobramento do inestimável legado do Dr. Canuto Abreu, a quem cabe ao movimento espírita uma honrosa lembrança.


Referências

  • O Livro dos Espíritos e a sua Tradição Histórica e Lendária, Canuto Abreu - ebook.
  • Canuto Abreu em Autores Espíritas Clássicos Site (acesso em nov. 2021).
  • "O dossiê Canuto Abreu" em Observador Espírita - Blog (acesso em nov. 2021).
  • Mensagem do Espírito Canuto Abreu, psicografia de Raul Teixeira, no IV Congresso Espírita Mundial - YouTube (acesso em nov. 2021).
  • Documentário Roteiro Histórico Espírita em Paris, Luz Espírita 2017 - YouTube (acesso em nov. 2021).
  • Mensagem do Espírito Canuto Abreu no IV Congresso Espírita Mundial, 2004 - YouTube (acesso em nov. 2021).
  • "O sonho do Museu Espírita de São Paulo" - Blog Grupo Chico Xavier (acesso em nov. 2021).
  • "FEAL lança edição especial de A Gênese e anuncia o projeto do Instituto Canuto Abreu" - Espiritismo em Movimento (acesso em 7/11/2021).
  • "Instituto Canuto Abreu e o acervo de 700 manuscritos de Allan Kardec" - Espiritismo em Movimento da UFJF (acesso em 7/11/2021).
  • Matéria "Lançamento do Projeto Allan Kardec" - Espiritismo em Movimento (acesso em 7/11/2021).
  • Site oficial do Projeto Allan Kardec da UFJF (acesso em 7/11/2021).




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